Fama Amazônica – Editorial por Almir Souza
Fama Amazônica – Editorial por Almir Souza – Entre o caos das manchetes e a serenidade que precisamos buscar – Vivemos dias em que as notícias parecem nos sufocar. Tragédias políticas, conflitos internacionais, crises sociais — todos esses acontecimentos chegam até nós em tempo real, muitas vezes carregados de tensão e incerteza.
No Nepal, a repressão à liberdade de expressão terminou em tragédia. Na Polônia, drones atravessam fronteiras e reacendem temores de guerra. No Brasil, a cada semana, julgamentos e disputas políticas inflamam os ânimos e dividem opiniões. É natural que o cidadão comum se pergunte: o que posso fazer diante de tudo isso?
Entre o desespero e a resignação, precisamos lembrar que ainda existe espaço para uma terceira via: a consciência crítica e a serenidade interior. O primeiro passo é não deixar que a avalanche de notícias destrua nossa capacidade de discernir. Precisamos filtrar informações, buscar fontes confiáveis e não nos tornar reféns do medo ou da manipulação.
O segundo passo é reconhecer o poder do pequeno gesto. Se não podemos mudar diretamente os rumos da geopolítica mundial, ainda podemos agir em nossas comunidades: cuidando uns dos outros, defendendo valores de paz, justiça e solidariedade, e mantendo viva a esperança de que a sociedade civil é mais forte do que qualquer regime ou provocação bélica.
O terceiro passo é a vigilância cidadã. Mesmo quando dar opinião se torna arriscado, não podemos abrir mão de acompanhar, refletir e dialogar sobre os rumos do Brasil e do mundo. A verdadeira democracia se alimenta da participação crítica, mas também responsável.
A Fama Amazônica, ao lado da inteligência artificial e das vozes ancestrais que inspiram nosso povo, acredita que reagir não significa alimentar o pânico, mas transformar a incerteza em reflexão, e a reflexão em atitudes construtivas.
Ao povo amazônico e brasileiro, deixamos esta mensagem..
Não temos todas as respostas, mas temos um compromisso — seguir firmes, atentos e serenos, porque só assim poderemos atravessar este mar revolto sem perder o rumo da humanidade.
por Almir Souza-Redator
Fonte Redação Fama
Foto AAS





