🌆 Manaus Ferida: A Cracolândia no Coração da Cidade
📍 Praça dos Remédios e Centro Histórico: entre o abandono e a omissão pública – Manaus, outrora chamada de Paris dos Trópicos, vive hoje um dos seus momentos mais sombrios. O centro histórico da cidade — berço de sua cultura, economia e memória — tornou-se o palco de uma tragédia urbana, social e civilizatória.
Na Praça dos Remédios e na Praça da Matriz, assiste-se à consolidação da chamada “Cracolândia de Manaus”: um cenário de miséria, vício, abandono e dor humana.
📸 Imagens Brutais, Realidade Ignorada
São dezenas de pessoas em situação de rua, vivendo entre o lixo, as fezes, as cinzas de objetos queimados. Crianças, gestantes, idosos. Seres humanos em frangalhos — invisíveis para as políticas públicas, mas visíveis demais para quem caminha pelas ruas do centro.
❌ Manaus Produz Riqueza. Mas Distribui Miséria.
A capital que abriga a Zona Franca, que sustenta parte da balança comercial do Brasil, convive com esgoto a céu aberto nos mercados, lixo nas feiras centrais, e um medo crescente entre turistas e moradores.
Porque tanto abandono? Onde estão os investimentos em saúde mental, habitação popular, assistência social e reintegração cidadã? Onde está a prioridade orçamentária para restaurar a dignidade da cidade?
🚨 Uma Ferida no Coração da Cidade
O que se vê no centro de Manaus não é apenas um problema de segurança pública. É o colapso da dignidade urbana.
Comerciantes relatam desespero. A população evita o centro. Visitantes ficam assustados com o retrato da decadência urbana.
E a pergunta ecoa:
De quem é a responsabilidade?
📢 A Fama Amazônica Denuncia
A Revista Fama Amazônica tem acompanhado e denunciado esses absurdos. Não se trata de sensacionalismo. Trata-se de olhar nos olhos da dor e exigir respeito à vida, dignidade urbana e ação concreta do poder público.
✊ É Hora de Agir
Manaus não pode mais ignorar essa realidade. O centro da cidade é o símbolo de sua identidade — e agora, também, de sua omissão.
A Cracolândia da Praça dos Remédios é um grito de socorro coletivo.
Que esse grito não seja abafado pelo silêncio conveniente dos que governam.
por Almir Souza Redator Revista Fama Amazônica,
Fonte Redação Fama
Foto AAS





